quarta-feira, 26 de setembro de 2012

SEXO SEGURO


Crianças que assistem a cenas de sexo podem perder virgindade mais cedo

 Pais devem ficar de olho no que as crianças assistem

 

 ssistir a filmes com cenas de sexo durante a infância pode influenciar no comportamento sexual na adolescência. De acordo com uma pesquisa da Faculdade de Dartmouth, nos Estados Unidos, o hábito faz com que aumente a possibilidade de o jovem perder a virgindade mais cedo, ter mais parceiros sexuais e não usar preservativo em relações casuais. Os dados são do jornal Daily Mail.   

Os cientistas listaram 684 filmes de maior bilheteria entre 1998 e 2004 e avaliaram seu conteúdo sexual. Depois, pediram a 1.228 participantes, com idade entre 12 e 14 anos, que dissessem quais daqueles filmes haviam visto. Seis anos depois, eles foram entrevistados e falaram sobre a vida sexual.
"Esses filmes parecem influenciar fundamentalmente a personalidade por meio de mudanças em busca de sensações, que têm implicações de longo alcance para todos os seus comportamentos de risco", disse o pesquisador Ross O'Hara. Embora seja impossível provar a ligação direta entre filmes e comportamento sexual, o profissional enfatizou que os resultados sugerem que os pais devem realmente evitar que as crianças tenham acesso a conteúdo erótico. 

FONTE TERRA

NUTRIÇÃO

Chocolate pode gerar o mesmo efeito do ópio, diz estudo

 Estudo da Universidade de Michigan encontrou similaridaes no cérebro de pessoas obesas e viciadas em drogas

 

 

É sempre uma boa desculpa quando você está deitado no sofá e se sente quase que obrigado a comer toda a barra de chocolate que tem à mão. Segundo um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, e publicado pelo jornal Current Biology, isto pode ter uma explicação científica, já que foi descoberto que o chocolate gera um efeito no cérebro semelhante ao ópio. As informações são do jornal inglês Daily Mail.
A pesquisa observou que quando alguns ratos começaram a comer chocolates M&M surgiram no cérebro deles uma substância química natural chamada encefalina, uma endorfina similar às propriedades do ópio. E, quando uma droga foi usada para estimular a área do cérebro que estava produzindo esta substância, o consumo de chocolates pelos ratos de laboratório mais do que dobrou. 
No cérebro, a encefalina se liga a receptores sensíveis aos produtos químicos que reduzem a dor e produzem sensações de prazer. Por isso, a responsável pelo estudo, Dra. Alexandra DiFeliceantonio avaliou que devido a estes resultados é possível estabelecer comparações muito próximas entre as pessoas obesas e aquelas que são viciadas em drogas. “Esta pesquisa significa que o cérebro tem mais extensões que estimulam o excesso de consumo de certos produtos e emitem recompensa de sensações do que anteriormente imaginávamos”, explicou.
“Observamos que a área ativada no cérebro quando a pessoa obesa vê uma comida é a mesma de um viciado quando consome a droga. O que descobrimos sobre a encefalina é que parece que este neurotransmissor pode levar a formas de consumo excessivo e dependência nas pessoas”, comentou a Dra. Alexandra.
Ela concluiu dizendo que esta descoberta pode dar novas perspectivas às características de dependência. “Estes neurotransmissores poderiam ter considerável participação na geração de níveis patológicos de consumo excessivo, distúrbios alimentares, vício em drogas e outros comportamentos compulsivos".

FONTE TERRA

NUTRIÇÃO


Evitar refrigerantes seria o melhor caminho contra obesidade, diz estudo

 

 Entre 1977 e 2002, o número de calorias que o norte-americano médio consome nos refrigerantes e outras bebidas doces duplicou, fazendo dessa a maior fonte de calorias na dieta

 

 

Enquanto os norte-americanos discutem qual é o maior vilão da epidemia nacional de obesidade, pesquisadores disseram ter encontrado os mais fortes indícios até agora de que as bebidas açucaradas têm grande participação nisso, e que eliminá-las seria a mais eficaz ação à disposição.
Três estudos sobre o assunto foram publicados na sexta-feira na revista New England Journal of Medicine. "Não conheço nenhuma outra categoria de alimentos cuja eliminação possa produzir perda de peso num período tão curto", disse David Ludwig, diretor do Centro de Prevenção à Obesidade da Fundação Novo Equilíbrio, do Hospital Infantil de Boston, que coordenou um dos estudos. "O mais efetivo alvo individual para uma intervenção destinada a reduzir a obesidade são as bebidas açucaradas."
Pesquisas anteriores eram mais ambíguas, e os fabricantes contestam a ideia de que uma só fonte de calorias possa ter tamanha responsabilidade pela obesidade, que atinge cerca de um terço dos adultos nos EUA. "Sabemos, e a ciência ampara, que a obesidade não está causada unicamente por um só alimento ou bebida", disse em nota a Associação Americana de Bebidas. "Estudos e artigos opinativos que focam apenas em bebidas adoçadas com açúcar ou em qualquer fonte individual de calorias não fazem nada de significativo para contribuir com essa séria questão."

Na semana passada, a prefeitura de Nova York proibiu a venda de bebida com açúcar em embalagens maiores do que 16 onças (454 gramas) em determinados estabelecimentos.

Dados do governo mostram que, entre 1977 e 2002, o número de calorias que o norte-americano médio consome nos refrigerantes e outras bebidas doces duplicou, fazendo dessa a maior fonte de calorias na dieta. A associação dos fabricantes argumenta que depois disso o consumo caiu, e a obesidade continuou subindo.
Embora estudos observacionais já mostrassem que consumidores de bebidas açucaradas têm mais chances de serem obesas, nenhuma relação de causa-efeito havia sido estabelecida. Os consumidores dessas bebidas também têm maior tendência a verem mais TV e comerem mais fast-food, o que abre a possibilidade de que o açúcar líquido não seja o principal vilão.

Num dos estudos publicados na
NEJM, crianças de 5 a 12 anos, com peso saudável, eram induzidas a tomar 250 mililitros de uma bebida sem gás, que podia ser com açúcar ou adoçada artificialmente. Ao final de 18 meses, o grupo da bebida sem açúcar havia ganhado menos gordura corporal, 1 kg a menos de peso, e 0,36 unidade do índice de massa corporal do que o outro grupo.

Segundo os pesquisadores, tudo indica que o açúcar na forma líquida não produz a mesma sensação de saciedade que outras calorias. "Quando as crianças substituíam (a bebida com açúcar por) bebida sem açúcar, seus organismos não sentiam a ausência de calorias, e não as substituíam por outros alimentos e bebidas", disse Martijn Katan, da Universidade VU, de Amsterdã.

FONTE TERRA

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

ARQUITETURA

Banheiro com vista para a rua

 Do lado de fora, é só um cubo de espelhos


Sanitário público permite que você veja tudo o que está acontecendo a sua volta, mas ninguém te vê


 Por dentro, funciona um banheiro público "transparente" É possível ver e ouvir quem passa em volta

 

Você iria ao banheiro vendo a rua a sua volta? Mas e se as pessoas do lado de fora não pudessem te ver? Esta é a ideia da obra Don't Miss a Sec ("Não Perca um Segundo", em tradução livre), da artista italiana Monica Bonvicini. Ela fez uma mistura de instalação e sanitário público na frente do museu Tate Britain, em Londres. Alguns visitantes não se incomodaram em "dividir" sua intimidade e foram à cabine com tranquilidade.
A obra é feita com um semiespelho, destes usados em interrogatórios policiais, que reflete em apenas um dos lados. A artista quis debater a dificuldade das pessoas de se desconectarem do mundo, mesmo nos momentos mais íntimos. "Tem a ver com a urgência de ver e ser visto, para não perder nada", disse a artista. 

FONTE CASA JARDIM